Gyeongju em dois dias, a capital histórica de Silla
Um roteiro de dois dias que combina túmulos reais, arqueologia urbana, museu e templos de montanha sem confundir uma cidade histórica com um parque temático.
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Templo budista nas encostas de Tohamsan, ligado a Seokguram. Os terraços de pedra, escadarias, pontes e pagodes expressam a arquitetura religiosa de Silla e exigem um planeamento separado do centro arqueológico de Gyeongju.
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Cheomseongdae integra o núcleo arqueológico caminhável de Gyeongju, junto de Daereungwon, Wolseong e Donggung, com o lago Wolji. A visita ganha sentido no contexto funerário e palaciano da antiga capital de Silla.
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O Palácio Donggung e o lago Wolji fazem parte do núcleo arqueológico caminhável de Gyeongju. O conjunto ajuda a compreender a relação entre palácio, residência, cerimónia e água na antiga capital de Silla, em ligação com Wolseong.
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A província de Gyeonggi é apresentada como uma alternativa para compreender a divisão da península através de visitas a áreas próximas da zona desmilitarizada na Coreia do Sul. As excursões podem mudar ou ser canceladas.
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Gyeongju funciona melhor como uma capital arqueológica dispersa de Silla. Túmulos, antigos palácios, museu e santuários budistas de Tohamsan exigem visitas organizadas por zonas e tempo para as deslocações.
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O Museu Nacional de Gyeongju fornece o contexto material para compreender os sítios arqueológicos da antiga capital de Silla. As salas, a coleção de Donggung e Wolji e o espaço exterior ajudam a interpretar túmulos, telhas, pagodes e achados palacianos.
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A zona desmilitarizada coreana é apresentada como um lugar de memória e observação visitado a partir da Coreia do Sul, permitindo contextualizar o armistício, a fronteira e as suas consequências. As condições de acesso podem mudar.
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Seul é mencionada como possível base alternativa para compreender a divisão da península a partir da Coreia do Sul, com planos flexíveis perante alterações nas visitas.
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